O silêncio
Teu silêncio
Me corta a alma
E dilacera o espírito
Fere como com um
Punhal o coração
Tua indiferença
É mais mortal
Que a própria finitude
Dos tempos
E eis-me aqui
A pensar
Se não é mais mortal
Essa minha espera
Do que foste a tua
Por minhas respostas
Mas de certo tenho
A convicção
Por ti ter
Ainda um dia
Deitada em meu peito
Sentindo o calor
Que imprime
A batida do Amor
Então verás por certo
Que não são palavras
Ao vento
Todo sentimento
Que compartilho
Nestes versos.
Nenel Araujo
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