Não sei de mim ao menos o que sou
de mim só sei o que acho que sou
e acho ser tao pouco
como pouco são estes versos
que deixo impressos em mim.
Nenel Araujo
domingo, 13 de setembro de 2015
Santos [insantos], santificados
Infames famintos, insaciáveis
Justos injustos, justificados
E o murmúrio do enfermo é abafado
Somente pela morte é aliviado
E as misérias e palafitas
De um Rio negro
Por belas torres à beira mar
São obnubiladas
Só para não se enxergar
Que do lado de lá
Santos [insantos], são santificados
Infames famintos, não são saciados
E justos injustos, sempre justificados.
Nenel Araujo
Infames famintos, insaciáveis
Justos injustos, justificados
E o murmúrio do enfermo é abafado
Somente pela morte é aliviado
E as misérias e palafitas
De um Rio negro
Por belas torres à beira mar
São obnubiladas
Só para não se enxergar
Que do lado de lá
Santos [insantos], são santificados
Infames famintos, não são saciados
E justos injustos, sempre justificados.
Nenel Araujo
Fito meu olhar para o horizonte
Desejo sempre chegar ao fim do horizonte
Desejando chegar ao seio de minha alma
Sigo na busca [ por descobrir-me ]
Transcendendo o tempo [ a todo momento ]
Querendo encontrar-me
Só! Encontro o horizonte
Cada vez mais distante
Transcendo, então, meu olhar
Para dentro de mim
Descubro enfim
O fim do horizonte
Chego enfim ao
Ao âmago de minha alma.
Nenel Araujo
Desejo sempre chegar ao fim do horizonte
Desejando chegar ao seio de minha alma
Sigo na busca [ por descobrir-me ]
Transcendendo o tempo [ a todo momento ]
Querendo encontrar-me
Só! Encontro o horizonte
Cada vez mais distante
Transcendo, então, meu olhar
Para dentro de mim
Descubro enfim
O fim do horizonte
Chego enfim ao
Ao âmago de minha alma.
Nenel Araujo
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